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HISTÓRIA:
FONTE: http://ecoporangaminhaterra.blogspot.com.br/…/historico-de-…
A história do nosso município teve início de um povoamento que se formou em um vale, num lugar que podia ser facilmente protegido contra os inimigos. Os primeiros moradores ocuparam as margens do rio Dois de Setembro para usar água com maior facilidade, tomar banho, fazer comida, lavar roupa e pescar. Algumas pedras anônimas cercam a região Central. Ecoporanga, a sede, é praticamente murada de pedras naturais.
O município surgiu onde as pessoas plantavam e criavam animais. Os primeiros moradores que aqui chegaram, vieram em busca de melhoria de vida. À medida que chegavam iam se instalando de acordo com as condições formando assim os povoados.
Os povoados começavam com um pequeno grupo de pessoas. À medida que as condições de vida foram favoráveis, aumentava o número de moradores. As pessoas compravam e vendiam mercadorias. Dessa forma cresceu e se transformou em vila. Novas modificações iam sendo feitas, em um ritmo cada vez mais rápido. Árvores iam sendo derrubadas para dar lugar a plantações, pastagens e todo o tipo de construções, como lojas, indústrias, escolas, hospitais e moradias. A vila crescia e casas e prédios foram construídos, escolas e hospitais foram abertos e pessoas foram modificando o espaço, que se transformou em cidade.
A revolta de Ecoporanga foi o desfecho de um processo iniciado depois de 1928, quando a inauguração da ponte rodoviária sobre o rio Doce, em Colatina (ES), acelerou a derrubada, até então moderada, das exuberantes florestas do norte do Espírito Santo. Um ambiente típico das fronteiras agrícolas atraiu para aquela área pouco habitada gente do próprio Espírito Santo, da Bahia e de Minas Gerais, principalmente. Gente em busca de trabalho e riqueza. Trabalhadores, empresários, aventureiros em geral, gente bem intencionada e mal intencionada também, campeões do machado, carpinteiros e marceneiros, simples agricultores, motoristas, mecânicos, comerciantes, prestadores de serviços e fugitivos das autoridades judiciais, que se tornavam mão-de-obra armada a serviço de quem pagasse melhor. Bem armados e bem pagos, os jagunços deram então a região a fama de ser “um viveiro de pistoleiros”.
A dupla jurisdição seguia na região. Nasce outro povoado, (mais tarde elevado à cidade pelos dois estados) um pouco ao norte de Barra de São Francisco e Mantena, chamado de Joeirana, pelos capixabas, e de Ataleia, pelos mineiros (Pontes, 2007:45).

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